"A cultura não pode ser um condomínio fechado."
Em 2026, a 96.ª Feira do Livro de Lisboa decidiu excluir associados históricos e dezenas de editoras independentes sob o argumento de "falta de espaço".
Entre os excluídos está a DNL Convergência, uma empresa sediada em Ansião, concelho severamente fustigado pelas recentes tempestades. Responsável por assegurar cerca de 10% de toda a programação cultural da Feira do Livro de Lisboa, a DNLC viu o seu contributo e o trabalho das suas editoras serem, arbitrariamente, varridos do mapa do evento.
Ao excluir estas vozes, a APEL está a:
- ✕ Punir o interior do país: Ignorando quem descentraliza a cultura.
- ✕ Concentrar o mercado: Favorecendo o gigantismo económico.
- ✕ Empobrecer o leitor: Retirando diversidade e debate crítico.
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Documento a ser entregue à APEL, CML e Ministério da Cultura.
+40
Editoras Independentes
10%
da Agenda Cultural
Não à discriminação
das Pequenas Editoras
O Que Exigimos:
1. Transparência Total
Divulgação dos critérios de rateio e das atas que ditaram as exclusões.
2. Revisão do Espaço
Reordenamento técnico para garantir que nenhum associado fique de fora.
3. Respeito pela Coesão
Reconhecimento do papel das editoras independentes no panorama literário nacional.
Quem está connosco:
335
Autores83
Editores24
Livreiros35
Designers20
Promotores2387
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Editoras e Projetos Afetados
Estes são os selos editoriais, coletivos e projetos culturais que foram varridos do mapa da 96ª Feira do Livro de Lisboa. Uma perda irreparável para a bibliodiversidade.
Esta lista representa projetos independentes que garantem a pluralidade do mercado livreiro nacional.
Por que razão estamos a assinar?
"A cultura não pode ser só para alguns, a cultura tem que ser um direito de todos."
"Juntos somos mais fortes 🙌🏻"
"A CULTURA NÃO PODE SER UM CONDOMÍNIO FECHADO!!!"
"Juntos somos mais fortes"
"Pela bibliodiversidade e pluralismo cultural"
"Go"
O caso já está a ecoar na comunicação social
A exclusão das editoras independentes não passou despercebida. Jornalistas e órgãos de informação nacionais e regionais estão a acompanhar este bloqueio à bibliodiversidade.
Feira do Livro de Lisboa exclui editoras sediadas em Ansião por “falta de espaço”
Alegadamente por "falta de espaço", a APEL ( Associação Portuguesa de Escritores e Livreiros), excluiu da Feira do Livro de Lisboa, duas editoras - DNL Convergência e Divergência. As duas têm sede em Ansião,fora dos circuitos da capital portuguesa. As editoras contestam a posição da APEL e alertam para um atentado à bibliodiversidade.
Editoras independentes dizem-se excluídas da Feira do Livro de Lisboa e criticam APEL: "Está em causa a sobrevivência da bibliodiversidade"
Editoras independentes contestam o que dizem ser a exclusão da maior montra livreira do país, que acontece de 27 de maio a 14 de junho. Petição online foi lançada. Organização ainda não comentou.
Quarenta editoras independentes acusam APEL de exclusão da Feira do Livro de Lisboa e lançam petição
Uma petição contra a exclusão de 40 editoras independentes da Feira do Livro de Lisboa reuniu mais de 2.000 assinaturas em 24 horas, com os promotores a acusarem a APEL de favorecer grandes grupos editoriais e ameaçar projeto europeu.
Editoras independentes acusam APEL de exclusão da Feira do Livro e lançam petição
Editoras independentes acusam APEL de exclusão da Feira do Livro e lançam petição Petição contra exclusão de 40 editoras independentes da Feira do Livro de Lisboa reuniu mais de 2000 assinaturas em 24 horas. APEL está a favorecer os grandes grupos editoriais, acusam os promotores.
Editoras acusam APEL de exclusão da Feira do Livro e lançam petição
Entre os signatários contam-se mais de 100 profissionais do sector editorial - incluindo editores, designers, revisores e livreiros - e mais de 250 autores.
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Estes são alguns dos livros que não vais encontrar na Feira se a APEL não corrigir a situação
A exclusão da DNL Convergência e das editoras independentes retira das mãos dos leitores estas e centenas de outras obras. Não permitas que esta bibliodiversidade seja silenciada.
+ de 40 editoras e centenas de títulos em risco de exclusão.
É editor/a e foi excluído/a ou limitado/a?
Estamos a centralizar os casos de exclusão, redução arbitrária de espaço, limitação de crescimento ou impedimento de inscrição para levar estes factos às entidades competentes e à comunicação social. Não deixe que a sua editora seja silenciada individualmente.
Esta situação não é nova: os alertas já foram dados
Desde 2025 que o setor das editoras independentes tem alertado publicamente para o bloqueio ao seu crescimento. O que acontece hoje com a DNL Convergência e outros associados é a confirmação de um problema ignorado pela APEL.
APEL surpreendida com queixas de editoras independentes sobre Feira do Livro de Lisboa
Várias editoras acusaram a APEL de lhes recusar há anos os pedidos de mais pavilhões, no Parque Eduardo VIII, enquanto grupos editoriais de grande dimensão e a restauração continuam a aumentar os seus espaços.
Ler Artigo CompletoFeira do Livro: editoras independentes acusam APEL de impedir o seu crescimento
No ano passado a Feira do Livro de Lisboa atingiu o limite da sua capacidade, com 350 pavilhões, número que se mantém este ano. Quem se queixa diz que há menos editoras representadas
Ler Artigo CompletoFeira do Livro: Editoras acusam APEL de impedir o seu crescimento.
"A desproporção entre editoras 'independentes' e grandes grupos editoriais é deveras evidente", diz uma das empresas afetadas
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Várias editoras acusam a APEL de lhes recusar há anos os pedidos para terem mais pavilhões na Feira do Livro de Lisboa, enquanto grupos editoriais de grande dimensão e a restauração continuam a aumentar os seus espaços
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